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E-book gratuito com 42 Posts inspiradores para Facebook, Instagram e Youtube


Minha motivação para formatar um e-book com 42 posts inspiradores para Facebook, Instagram e Youtube, nasceu da cobrança diária que recebo dos nossos clientes. Aquela forcinha básica que eles sempre dão sabe:

– Ou você consegue aumentar as vendas ou diga adeus ao seu fee!!!

Aquele jeitinho carinhoso, você deve saber. Isso quando não rola aquela clássica:

– Esse Facebook não funciona!!!

Ai pra ajudar ainda mais a situação do caboclo, aparece a tal da redução do alcance dos posts no Facebook. Você fica desesperado, acessa vários artigos procurando uma resposta, começa a imaginar seus filhos sendo colocados para adoção, a mulher te traindo e começa a bater um estado de loucura, você está disposto a qualquer coisa, coisas que nunca tinha imaginado fazer, você começa a publicar foto de gatinho, lançar enquete curtir versus compartilhar, foto de bebê, de bichinho, de gente fazendo carinho no bichinho, frase, muita frase, selfie, muita selfie e no final do mês não muda nada e você começa a desistir de tudo, quando você percebe você já deu 572 scrolls em busca de uma resposta e ela não veio.

Precisamos esquecer o modelo de despejar anúncios

Calma, nem tudo está perdido. Vamos analisar rapidamente como isso tudo começou. E geralmente começa assim, com a primeira pergunta quando alguém quer vender alguma coisa:

Onde vamos anunciar?

Você já parou para se perguntar porque essa pergunta sempre rola? Provavelmente porque o processo sempre foi o mesmo. Empresas contratam as agências de publicidade e as agências despejam toneladas e toneladas de anúncios no público-alvo.

MODELO-TRADICIONAL-AGENCIA

Esse processo de bombardear anúncios sempre funcionou e ainda funciona pra muita gente e provavelmente ainda vai funcionar durante muito tempo.

E é ai que está o problema, está tudo muito bem, aquela frase que em time que está ganhando não se mexe vira resposta pra todas suas tentativas de novos conteúdos e formatos. Seu cliente fica cego, ele acha que os anúncios e o pequeno crescimento dele são inatingíveis. Para esse tipo de cliente sugiro que você fuja.

Para os clientes que entenderam que a internet, as mídias sociais e os celulares estão gradualmente (peguei leve pra não assustar) fragmentando a forma tradicional de despejar anúncios. Para esses que confiaram nas suas pesquisas que mostram que anunciar na  TV, Revista e Jornal não são mais suficientes para gerar um grande impacto. Para esses iluminados que compartilharam contigo a ideia que para  uma campanha surtir o mesmo efeito hoje em dia, ela precisa estar presente em muitos lugares e formatos diferentes, você diz pra eles: – Vamos começar uns 6, 7 anos atrasado, mas fica tranquilo que antes tarde do que nunca.

A parte boa é que a maioria das empresas já sentem a necessidade de estar em vários canais. A onda agora é questionar o resultado efetivo desses novos canais. Discussão válida, claro, já que precisamos ter sempre em mente o lucro e o retorno de tudo que fazemos, porém falta adicionarmos um ingrediente pouco usado nas discussões que tenho participado. O formato. O formato que estamos usando nesses novos canais.

Não podemos replicar os anúncios tradicionais nas mídias sociais

Grande parte dos anunciantes está replicando o formato tradicional (TV, rádio e jornal) de anúncio nos novos formatos digitais e isso não está funcionando.

post-produto-comportamento

A dificuldade de encontrar um novo formato “publicitário”, que esteja de acordo com o comportamento dos usuários nessas novas mídias também aconteceu no surgimento da TV paga.  As primeiras equipes que desenvolveram o modelo de monetização da TV paga tinham vindo da TV aberta, onde o modelo era baseado em interrupções e venda de comerciais. Esse modelo claramente copiado da TV aberta não deu certo e muitos canais, os de filmes principalmente, tiveram que se reinventar e encontrar novos formatos.

Sinto que os profissionais de mídias sociais estão passando pelo mesmo momento, procurando novos formatos para entender melhor como alcançar os objetivos nesses novos canais.

Mapear bons posts para facebook está longe de ser uma resposta final para essa discussão, porém é um reforço pontual para quem está no front, para todos que precisam queimar diariamente alguns neurônios para encontrar posts interessantes e conseguir pagar o leitinho das crianças no final do mês.

Como o Facebook domina as mídias sociais brasileira com 96% de audiência, boa parte das dicas são posts para facebook. E o Facebook é um lugar excelente para conversar com seus clientes.

O mercado está dizendo que o marketing atual são conversas e qual é o melhor lugar para administrar essas conversas?

Um livro que se tornou uma referência pra todos que trabalham com marketing e internet foi o Manifesto Cluetrain, que nada mais é que um conjuntos 95 teses, colei abaixo as 6 primeiras:

  1. Mercados são conversações.
  2. Mercados consistem em seres humanos, não setores demográficos.
  3. Conversações entre seres humanos parecem humanas. Elas são conduzidas em uma voz humana.
  4. Quer seja transmitindo informação, opiniões, perspectivas, argumentos ou apartes, a voz humana é tipicamente aberta, natural, sincera.
  5. As pessoas se reconhecem como tal pelo som desta voz
  6. A Internet está permitindo conversações entre seres humanos que simplesmente não eram possíveis na era da mídia de massa.

Esse manifesto foi lançado em 1999 e ainda é muito atual. Percebemos que nossas empresas se apropriaram das ferramentas como Facebook, Instagram e Youtube, porém estamos utilizando esses novos canais com a mesma mentalidade, estamos despejando anúncios.

Precisamos de um formato que priorize RELACIONAMENTO

Precisamos encontrar um novo formato de Publicidade, talvez até abandonarmos o termo Publicidade, já que sempre se associou o termo a interrupção e venda. Nesse momento precisamos fazer o contrário, precisamos estimular conversas, precisamos fazer menos marketing, mais atendimento e RELACIONAMENTO. E o melhor lugar para conversar e se relacionar em tempo real são as mídias sociais.

Ai você pensa, ok Demetrio, pra marcas pequenas é sensacional, dá pra gerenciar e começar as conversas apenas com posts no Facebook, agora como marcas globais conseguirão manter equipes para conversar com milhões de clientes? Claro que essa resposta não é simples. Tecnologia e automação do marketing podem ser algumas das respostas.

O que podemos afirmar com certeza é que empresas que nasceram dentro nesse novo cenário começaram a partir dos RELACIONAMENTOS com seus clientes, nasceram de boas conversas e ampliaram seu negócio ao redor delas.

O objetivo sempre será dominar o mundo. Não, pera!

O objetivo desse ebook é ajudar a construir conversas saudáveis, conversas que façam parte de um plano maior, que ajudem no objetivo de curto prazo e de longo prazo.

Espero que esse ebook seja útil no seu dia a dia e que possamos melhora-lo com uma segunda versão com novas sugestões de posts. Quero colocar as suas sugestões na segunda versão, o que você acha?

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Consultor e Palestrante de Automação de Marketing, Digibrother, Fundador da comunidade Mautic Brasil, Partner Allyde, Certificado Google, Partner no GrupoBBI. Estudou Design na FURB em Blumenau e se Formou em Análise de Sistema, 14 anos de experiência no mercado de internet, passou pelos departamentos de design, desenvolvimento, marketing (SEO e PPC) e gerência de projeto. Trabalhou nas empresas B2W, Visie e Associação Comercial de São Paulo. Co-fundador do Facíleme, aplicativo de f-commerce premiado e com 20 mil lojas virtuais. Artigos publicados em Marketing Automation, Data Driven, Social Media, e-commerce, Empreendedorismo e Tendências.

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